No Estado de Goiás existe um hospital que realiza atendimento de casos graves de saúde. Pacientes de muitos estados do Brasil são mandados em estado grave ao Hospital de Urgências de Goiânia, mais conhecido como HUGO, o qual possui uma grande estrutura física e grande número de profissionais da área de saúde. O “HUGO” atualmente realiza microcirurgias e realizou com sucesso o feito inédito em 2010 da primeira reconstrução facial do Centro-Oeste.
Goiânia, capital do Estado de Goiás (Brasil), é mundialmente conhecida como "centro de referência médica" devido a excelência no campo da medicina e a excelência de seus médicos. Exames com diagnósticos precisos, o sucesso com cirurgias, dentre tantos outros procedimentos importantes fizeram com que Goiânia conseguisse se consagrar ocupando lugar de destaque na área de medicina.
Dentre os inúmeros médicos também se destaca o conceituado médico Dr. Sérgio José de Lima especialmente quando se trata de Traumatologia e Cirurgia. Os profissionais especializados do Hospital de Urgências de Goiânia “HUGO” atualmente realizam microcirurgias e realizaram com sucesso o feito inédito em 2010 da primeira reconstrução facial do Centro-Oeste.
“O Hospital de Urgências de Goiânia (HUGO) recebe uma média diária de 250 pessoas e são realizados mensalmente cerca de 734 procedimentos cirúrgicos, destes cerca de 50 são consideradas microcirurgias. No histórico de atendimento listam-se: acidente de trânsito, ataques de violência e de animais peçonhentos, intoxicação, entre outros.
Enquanto grande parte dos pacientes tem seu problema resolvido por meio de uma cirurgia comum, outros precisam receber continuidade do tratamento, principalmente pacientes que sofreram grandes traumas ou tiveram perdas de órgãos. Em 2001, a equipe de microcirurgia iniciou seus trabalhos realizando procedimentos como reconstituição de órgãos e reparação cirúrgica, para proporcionar qualidade de vida aos pacientes.
A equipe de microcirurgia do Hugo conta atualmente com três cirurgiões, além dos médicos residentes que auxiliam nos procedimentos. A duração média destas cirurgias e de até sete horas, onde os pacientes passam por mais de uma etapa na implantação ou reconstrução de órgãos. Muitos dos casos envolvem maior complexidade e tempo de internação. A Unidade realiza reconstrução de membros inferiores, superiores, da face e reimplantes.
“INEDITISMO”
No ano de 2010, a equipe do Hugo realiza a primeira reconstrução facial na região Centro-Oeste. A repercussão do caso do lavrador G.B.P., de 49 anos, que passa por cirurgia de reconstrução facial, evidenciou o trabalho de uma equipe médica do Hospital de Urgências de Goiânia - Hugo. O trabalhador rural teve a face desfigurada ao ser atacado por cães e passa por diversos procedimentos cirúrgicos. As três intervenções cirúrgicas, pelas quais ele já passou, duraram, em média, sete horas.
Primeiramente, foi feita a reconstrução do nariz, do lábio superior e em seguida a reconstrução do lábio inferior e da orelha; para posteriormente dar os retoques finais. Depois disso ele deve também passar por um cirurgião bucomaxilo, pois perdeu todos os dentes. Hoje o paciente já consegue se alimentar e até mesmo sorrir. Embora não haja risco de rejeição, já que o tecido foi retirado antebraço e da região frontal (testa) do próprio paciente. Ainda assim, por ser um procedimento inédito, é um desafio para toda equipe.
Segundo os especialistas os procedimentos realizados pela equipe de microcirurgia tem auxiliado muitos pacientes. "Tive um prazer de reencontrar pacientes no mercado de trabalho. Ao abastecer meu carro, fui atendido por um ex-paciente do Hugo que teve sua mão reimplantada", cita o cirurgião Sérgio José de Lima. Entre os históricos cirúrgicos já atendidos pela Instituição já passaram centenas de acidentados de trânsito, vítimas de animais peçonhentos, lesionados por armas de fogo e até um paciente mordido por jacaré. No caso do paciente G.B.D. que vem passando por cirurgias para reconstruir a face, os primeiros procedimentos já são considerados satisfatórios para os médicos. O paciente se alimentava por sonda e agora tem recebido refeições por via oral. No caso do lavrador vão ser necessárias ainda novas cirurgias, para que ele possa voltar às suas atividades normais.” Fonte: http://www.saude.go.gov.br/index.php?idMateria=86949


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